60% dos profissionais não manipulam dados sensíveis de clientes adequadamente, acarretando em vazamento de informações e abertura para crimes digitais.

Manipular dados sensíveis de clientes e internos é um desafio diário para muitas empresas, principalmente com a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Vigente desde setembro de 2020, a LGPD trata-se de uma extensão adaptada à realidade brasileira da GDPR, Regulamento Geral de Proteção de Dados, vigente na Europa desde maio de 2018. Seu principal objetivo é permitir que o consumidor escolha quais dados pessoais uma empresa poderá ou não tomar conhecimento.

No entanto, apesar do fato de que a segurança de dados sensíveis está entre as principais preocupações dos executivos, muitos não treinam suas equipes quanto à melhor forma de manipular tais informações, aumentando a chance de vazamento de informações e cibercrimes.

Mais da metade dos profissionais não manipulam dados sensíveis de clientes corretamente

Estudos recentes do IPRC (Instituto de Pesquisa do Risco Comportamental) indicam que 60% dos profissionais não possuem o devido cuidado com os dados sensíveis das organizações onde trabalham, segundo o portal TI Inside

Segundo o estudo, 13% desses profissionais tendem a vazar informações sigilosas em troca de benefícios, como presentes e quantias em dinheiro. Já os outros 47% não possuem conhecimento sobre a real importância de manter tais dados em sigilo.

A partir dos dados acima apresentados, fica evidente o despreparo de empresas quanto à nova lei de proteção de dados. Além disso, a falta de conhecimento sobre a real importância de manter dados sensíveis em segurança aumenta as chances de crimes digitais.

Vale relembrar que, apenas no primeiro semestre de 2020, o Brasil sofreu mais de 26 bilhões de ataques digitais. Entre os principais ataques estão campanhas de phishing, ciberataques que capturam informações pessoais, como senhas e dados de cartão de crédito, e ransomware, softwares maliciosos que podem bloquear a tela de computadores ou criptografar com senha arquivos importantes predeterminados que são vazados ou devolvidos mediante pagamentos de altas quantias.

Dessa forma, faz-se necessário que lideranças empresariais invistam em treinamentos para capacitar seus funcionários quanto a melhor maneira de manipular dados sensíveis internos e de clientes. Além disso, também se torna fundamental que estas reforcem seus protocolos de cibersegurança.

Apenas 35% dos funcionários de empresas sabem lidar com dados sensíveis, revela estudo

O estudo, que entrevistou 2.435 funcionários que atuam em diferentes níveis hierárquicos em empresas privadas do país, concluiu ainda que apenas 35% sabiam manipular adequadamente dados sensíveis de clientes.

Tal desconhecimento e despreparo para lidar com dados sensíveis também podem ser comprovados pela “5ª Pesquisa Nacional sobre Conscientização em Segurança da Informação”

Segundo o estudo, menos de 30% das empresas preparam seus funcionários para atender às novas exigências da LGPD.

72% dos brasileiros acreditam que as empresas não estão preparadas para cumprir normas da LGPD

A falta de conhecimento por parte dos funcionários sobre como manipular dados sensíveis é claramente perceptível aos olhos dos consumidores brasileiros, segundo pesquisas divulgadas pelo portal CIO.

Segundo o estudo, 72% dos entrevistados acreditam que as empresas não estão preparadas para assegurar a privacidade dos seus dados conforme a lei. O dado, no entanto, pode ser explicado devido ao fato de que apenas 29% alegaram ter sido contatados por empresas para tratar de temas relacionados aos seus dados pessoais.

Logo, mais uma vez fica evidente a importância de as empresas realizarem otimizações para que o atendimento ao cliente esteja em conformidade com as normas da LGPD, além de oferecer suporte e treinamento sobre o assunto às suas equipes.

25% dos vazamentos de informações são causados por funcionários 

25% do vazamento de dados sensíveis de uma empresa são causados por agentes internos, como colaboradores e parceiros, seja de forma acidental ou intencional. A afirmação, obtida através de dados da IBM, foi feita por Felipe Salgado, diretor de engenharia da DNK, durante o webinar “Vazamento de dados: como empresas e pessoas podem se proteger e mitigar riscos?”.

O webinar, promovido pela DNK, também contou com a presença do advogado e especialista em Cibercrimes e Direito Digital, Dr. Luiz Augusto D’Urso, que evidenciou que a vigência da LGPD não impediu que houvesse um aumento exponencial de crimes digitais relacionados ao vazamento de dados sensíveis.

Compreendida a importância de preservar dados sensíveis de clientes e empresas, a DNK inova diariamente para oferecer soluções omnichannel para contact center e call center com máxima segurança e eficácia, através da união com parceiros estratégicos como CS Global IT e MyCena.

Para proteger empresas e pessoas contra o vazamento de dados, a DNK orgulha-se em apresentar sua mais nova solução de data loss prevention (ou prevenção de perda de dados, em Português), a Flashsafe DNK.

A Flashsafe DNK trata-se de um software para máquinas de operadores, de forma indetectável, que permite gerenciar como operadores manipulam dados internos e de clientes. Com preço atrativo e fácil instalação e manutenção, a solução apresenta o melhor custo-benefício do mercado.

DNK oferece soluções de atendimento ao cliente alinhadas à nova LGPD

Alinhada às últimas tendências e necessidades do mercado, a DNK visa transformar a experiência de clientes e parceiros com seus consumidores. Para isso, a empresa conta com o uso de tecnologias de última geração e com uma equipe de profissionais experientes.

Além de máxima excelência e segurança no atendimento ao cliente, a DNK preza pelo cumprimento das normas exigidas pela Lei Geral de Proteção de Dados. Para tal, a empresa fornece aos seus parceiros ferramentas e plataformas com funcionalidades inovadoras e customizáveis, com opção de armazenamento de dados em nuvem, que diminui consideravelmente as chances de vazamento de informações.

Com os serviços e produtos da DNK, o atendimento ao cliente é realizado através de uma plataforma integrada omnichannel, que conecta todos os canais de atendimento (WhatsApp, voz, web e chat e dentre outros) com rápida recuperação de informações e dados do cliente, de forma a oferecer uma gestão completa e satisfatória da jornada do cliente com resultados diferenciados.

A empresa é reconhecida pelo mercado e premiada pelas suas soluções e cases de sucesso. Campeã da categoria  “Melhor Solução de Autoatendimento” no XXI Prêmio Consumidor Moderno e vencedora do troféu prata no Prêmio Cliente SA 2020, na categoria “Líder em Estratégia de Inovação”, em parceria com um cliente, a DNK compreende que um consumidor bem atendido é o segredo para o sucesso do atendimento.

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