Com o avanço da tecnologia e muitas novidades surgindo todos os dias, é preciso estar atento às tendências e saber qual o momento certo para investir em soluções inteligentes e inovadoras.

A tecnologia está cada vez mais inserida no cotidiano das pessoas. A maneira de se relacionar, de consumir, e até mesmo a maneira como as empresas devem se comportar, estão dependentes dos avanços de Tecnologia de Informação (TI), especialmente no que diz respeito às tecnologias disruptivas.

Atualmente, para que empresas consigam sobreviver no mercado, estar alinhado com as tecnologias emergentes não basta. É preciso estar à frente delas.

Nesse contexto, as tecnologias disruptivas vêm para auxiliar as empresas a inovarem para melhor utilizar dados e obterem vantagens competitivas nos negócios.

Por que investir em tecnologias disruptivas?

Tecnologia ou inovação disruptiva é um termo que descreve um produto ou serviço com características “disruptivas”, ou seja, capazes de romper padrões, modelos ou tecnologias já estabelecidos no mercado a ponto de dominá-lo.

Essa tecnologia é resultado de uma combinação melhorada, geralmente, em alguns fatores como custo-benefício, performance, aperfeiçoamento prático e inovação.

À medida que o acesso à tecnologia aumenta, cresce também o mercado de ideias. Desse modo, investir em tecnologia disruptiva faz-se fundamental para que empresas se reinventem e mantenham seu diferencial de modo eficiente, inteligente e econômico.

Tecnologias disruptivas que impactarão os negócios em 2020

Com o avanço da tecnologia e muitas novidades surgindo rapidamente, é preciso estar atento às tendências e saber qual o momento certo para investir em soluções inteligentes e inovadoras.

Desse modo, confira as tecnologias disruptivas que prometem revolucionar os negócios em 2020:

1) Automação de Processos Robóticos (RPA)

A automação de processos robóticos já está trazendo ganhos para muitas empresas. Conhecida como RPA, a solução permite delegar tarefas repetitivas à automação.

Executivos afirmam que a taxa de serviço e utilidade funcional da automação de processos robóticos é surpreendentemente boa e parece estar melhorando a cada dia.

Uma recente pesquisa da consultoria Forrester indicou que 80% dos líderes de negócios consideram o RPA importante para tornar as equipes e o atendimento ao cliente mais eficientes.

Já o Gartner afirmou que a automação de processos robóticos está superando todos os outros segmentos do mercado de software corporativo em todo o mundo, com receita estimada em US$ 1,3 bilhão para esse ano. Em 2019 o mercado de RPA cresceu 63%, atingindo US$ 846 milhões.

Com o aumento do seu valor comercial, a expectativa é de que mais empresas invistam nesse tipo de tecnologia disruptiva nos próximos meses.

2) Inteligência Artificial (IA)

A Inteligência Artificial é uma forte tendência para esse e para os próximos anos. Isso porque essa tecnologia disruptiva é capaz de aprender, deliberar e decidir entre opções de forma racional, oferecendo um atendimento cada vez mais personalizado para os clientes.

Além disso, segundo especialistas da área de tecnologia, o aprendizado de máquina proveniente da IA está contribuindo para empresas lidarem com problemas em escala, que não seriam capazes de serem resolvidos por seres humanos.

Estudos apontam que a IA e o RPA devem reduzir o tempo de dedicação de agentes de call centers em até 40%.

Já um estudo da Oracle estima que até o fim de 2020, 8 em cada 10 empresas terão adotado ou deverão implementar a Inteligência Artificial em algum grau no atendimento ao consumidor.

A Inteligência Artificial também está contribuindo para empresas se defenderem contra ameaças cibernética, tendência que CTOs (Chief Technology Officer, em inglês) esperam ganhar força nos próximos anos.

3) DataOps

O DataOps ou Operação de Dados, permite gerenciar dados com IA e aprendizado de máquina com agilidade. Desse modo, permite que empresas obtenham vantagens competitivas sobre as demais.

Especialistas afirmam que essa solução ainda está sendo descoberta pelas empresas. Porém, quando adotado, o DataOps pode ser altamente disruptivo.

Segundo o Gartner, a atual taxa de adoção do DataOps é de menos de 1% do mercado. No entanto, esse 1% terá uma grande vantagem competitiva.

Executivos explicam que o conceito de DataOps consiste na combinação de desenvolvimento ágil, desenvolvimento e operações (DevOps) e lições aprendidas com a fabricação.

Para eles, esse tipo de tecnologia disruptiva é uma metodologia que permite que as equipes de ciência de dados prosperem, apesar dos níveis crescentes de complexidade necessários para implantar e manter análises.

Desse modo, as equipes podem se concentrar em suas áreas de atuação, criando novos modelos e análises de IA, além de melhorar o trabalho em equipe e reduzir processos manuais que diminuem a produtividade.

4) Vídeo e comunicação unificada

A motivação e experiência dos funcionários está se tornando um fator crucial para o sucesso organizacional das empresas. Não apenas em termos de produtividade e atendimento ao cliente, mas como estratégia para atrair novos talentos.

A fim de descobrir o que é uma experiência de excelência para os funcionários, uma pesquisa do MIT, realizada com 300 empresas apontou que investimentos em tecnologias de vídeo apareceu no topo da lista.

Segundo o MIT, a tecnologia de vídeo continuará a simular e melhorar a comunicação com novos recursos, como a realidade virtual (VR) e demais tecnologias imersivas.

As comunicações unificadas (UC) também vem ganhando espaço. De acordo com executivos, problemas de confiabilidade fizeram das primeiras soluções de UC uma aposta paras as empresas, que resolveram essas desvantagens. As ferramentas mais atuais de UC adicionam recursos visuais e de compartilhamento de conteúdo.

Desse modo, eles podem melhorar a eficiência das reuniões, além de possibilitar uma participação mais inclusiva e interativa nos ambientes de trabalho, que hoje são altamente distribuídos.

5) 5G

Muitas empresas já estão elaborando seus planos de serviços de alta velocidade e baixa latência antes mesmo da disponibilidade da rede, prevista para chegar no mercado nacional em 2021.

Desse modo, CTOs de empresas de tecnologia e comunicação veem a promessa na rede de quinta geração, mas alertam que as expectativas em torno da tecnologia podem levar a problemas.

Segundo esses executivos, se as operadoras e as empresas não conseguirem lidar com a grande quantidade de dados que vêm com o 5G, a latência que os usuários esperam é o feedback em tempo real, disponível com velocidades mais altas da rede. Porém, caso não cumpram a promessa, poderá incitar feedback negativo contra determinadas marcas ou tecnologias.

Para não correr riscos, especialistas acreditam que as empresas devem implementar arquiteturas de dados escaláveis e em tempo real.

Segundo eles, a promessa do 5G está forçando as organizações a identificar processos que estão prontos para mudanças e garantir que a TI existente possa atender às demandas das novas redes. Por esse motivo, o 5G está impulsionando a adoção de outras tecnologias, de edge computing à VR (Realidade Aumentada).

6) Contêineres

Contêineres e microsserviços estão despertando o interesse de equipes que precisam desenvolver e escalar rapidamente códigos, especialmente quando lidam com Internet das coisas (IoT) ou com nuvem.

Segundo especialistas, a adoção de sistemas de orquestração de contêineres de código aberto que automatizam a implementação, o dimensionamento e o gerenciamento de contêineres estão permitindo arquiteturas inteiramente novas que podem ser ampliadas rapidamente.

Com cada vez mais coisas para ser gerenciadas, a automação da implantação e orquestração de infraestrutura e aplicativos faz parte das infraestruturas definidas por software e é uma grande aposta para os próximos anos.

7) Experiências imersivas (RA, RV, realidade mista)

As experiências imersivas, como realidade aumentada (RA) e a realidade virtual (RV), são muito eficazes porque se baseiam no aprendizado experimental e porque envolvem amplamente vários centros de aprendizado e desempenho no cérebro, incluindo sistemas cognitivos, comportamentais, emocionais e experimentais.

Desse modo, em programas de treinamentos, por exemplo, a RV possui um grande potencial para treinar habilidades pessoais, principalmente para o treinamento de competências interpessoais, como empatia e comunicação.

8) IoT e Edge computing

Segundo um relatório divulgado pela CompTIA em 2019, um terço das empresas americanas acreditam que estratégias de IoT podem ajudar a gerar receita, aumentando a produção, monetizando dados ou ajudando a vender serviços como produto.

Especialistas também estão notando avanços na edge computing e na IoT. Porém, percebem a necessidade de ferramentas de IA e aprendizado de máquina para lidar com os dados gerados de uma maneira mais acessível pelas empresas.

Além disso, muitos especialistas ressaltam os benefícios do processamento inteligente na edge antes de serem carregados na nuvem. Muitos inclusive acreditam que a edge computing substituirá a IoT no futuro.

Segundo eles, as pessoas pensam na IoT como uma entidade que se conecta à nuvem e, portanto, efetivamente fornece inteligência à mesma, em vez de ser inteligente.

Ainda segundo os especialistas, esse é um pensamento correto, uma vez que os dispositivos conectados geram uma massa inteira de dados sobre os quais você não tem controle. Já a edge computing, por outro lado, oferece recursos locais de tomada de decisão e mais controle sobre os dados.

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